Estratégia de benchmark para marketing em mecanismos de pesquisa (SEM)

Na ansiedade de conseguir e manter o ranking mais alto, é fácil se envolver em guerras de apostas de palavras-chave. Não caia nessa tentação. Existe uma maneira melhor, e ela começa com a identificação do valor do custo por clique condizente com o seu orçamento.

Estratégias inteligentes de custo por clique

Digamos que você venda tacos de golfe pela internet. Um jogo de tacos de golpe custa em torno de R$ 1.000,00. Seu custo para fabricar ou comprar os tacos é de R$ 600,00 por jogo. Se você reservar mais R$ 200,00 por jogo para outras despesas operacionais, vão sobrar R$ 200,00 por unidade para gastar com marketing, como campanhas de custo por clique.

Agora vamos supor que a cada 100 visitantes do seu site, um compre um jogo de tacos (uma taxa de conversão visitante-cliente de 1%). Você tem R$ 200,00 para gastar para atrair esses cem visitantes, o que significa que seu benchmark orçamentário é R$ 2,00 por clique. Se seus custos ultrapassarem R$ 2,00, você vai perder dinheiro. Se você pagar menos de R$ 2,00 por clique, você vai ganhar dinheiro.

É importante entender esse benchmark quando for comprar anúncios com custo por clique. Quando você sabe as taxas de conversão de cada palavra-chave, é possível dar lances precisos – mais para palavras-chave com taxas de conversão mais altas e menos para palavras-chave com taxas de conversão mais baixas.

Agora, vamos ver isso na prática. A métrica RPC (receita por clique) do Google Analytics pode dar uma boa idéia de quanto você deve gastar por clique em uma determinada palavra-chave ou campanha de custo por clique. Você não deve presumir que a Receita por clique fornece sozinha o número correto para sua empresa. A Receita por clique presume que você pode gastar 100% da sua receita em anúncios com custo por clique. Como você deve considerar os custos operacionais e da sua produção, considere a porcentagem da sua receita que pode ser realmente usada para publicidade de custo por clique e ajuste seu investimento de acordo com o seu orçamento publicitário.

Por exemplo, digamos que você tenha uma RPC de R$ 23,32 por clique para “dicas de golfe para iniciantes”. Se você pode gastar 10% do preço de varejo em anúncios com custo por clique, seu investimento real deve ser 10% de R$ 23,32 ou R$ 2,33 por clique. Se gastar mais que R$ 2,33 por clique nessa palavra-chave, você vai perder dinheiro. Se gastar menos que R$ 2,33 por clique nessa palavra-chave, você vai ter lucro.

Não entendo como meus concorrentes vendem tão barato

Talvez eles não tenham verba para isso – e ainda não descobriram. Pode ser que eles tenham entrado na guerra por palavras-chave. Mas, é possível que eles tenham custos operacionais mais baixos ou margens de lucro mais altas, que permitem que eles gastem mais por anúncios com custo por clique. Ou talvez eles tenham taxas de conversão para algumas palavras-chave mais altas que você. Estude o anúncio de pesquisa deles e faça uma pesquisa nos sites – você pode encontrar algumas dicas de como melhorar o lado da conversão da equação do seu site.

Enquanto isso, invista a quantia que se enquadra na realidade da sua empresa e na sua taxa de conversão.

Mas eu não vendo na internet

Mesmo que você não venda pela internet, você pode dar um valor monetário a cada uma das metas de seu site. Considere quanto vale cada lead obtido do seu site e use essa informação para determinar quanto você deve gastar em custo por clique.

Se você tiver um site B2B, é possível converter seus leads em vendas off-line. Se você souber que a equipe de vendas fecha 5% dos leads de seu site com um lucro de transação médio de R$ 2.000,00, calcule o valor do seu benchmark orçamentário da seguinte forma:

Benchmark orçamentário = taxa de conversão do site x 5% x R$ 2.000,00

Para uma palavra-chave que gera uma taxa de conversão visitante-lead de 2%, e supondo que você possa alocar R$ 2.000,00 por transação de custo por clique, seu benchmark orçamentário será:

2% x 5% x 2.000 = R$ 2,00 por clique

Gerenciar vai além de simplesmente medir

Aproveitar o máximo do custo por clique significa que você deve monitorar constantemente seus resultados com o Google Analytics para não pagar demais por uma palavra-chave. Pense em análise de sites como uma ferramenta de gerenciamento de marketing on-line. É preciso constantemente experimentar, testar e aperfeiçoar sua estratégia de custo por clique para maximizar o ROI do seu site.

Fonte: Google Conversion University

Geoinform cresce na internet

A Geoinform Ambiental contratou a Innovactiò no 2º semestre de 2009 para fazer a Geoinform crescer na internet. O site anterior não estava otimizado e não apresentava os valores da empresa que estava entrando em uma nova fase. A estratégia de otimização com o site anterior trouxe resultados, mas só conseguimos resultados expressivos quando redesenhamos o site da Geoinform e trabalhamos em sua comunicação.

Além da nova identidade do site, a Innovactiò implantou na Geoinform o sistema de E-mail Marketing que mantém contato através de boletins informativos mensais, além dos anúncios na internet. Os resultados em 2010 superaram as expectativa dos gestores da empresa, são mais de 500% em relação 2009.

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Alemanha vai ensinar Redes Sociais na escola

SÃO PAULO - Alunos de escolas do estado de Renânia do Norte-Vestfália, na Alemanha, passarão a ter aulas sobre como lidar com redes sociais como Facebook e Twitter. A ideia do governo local é conscientizar os estudantes sobre os riscos que eles correm ao revelar informações pessoais na internet.

 

“Nosso objetivo é mostrar que a internet não apenas oferece chances e oportunidades, mas que também tem riscos que os estudantes precisam entender para exercer autonomia em relação à mídia digital”, disse a secretária de mídia do estado, Angelica Schwall-Düren, em uma entrevista ao jornal WAZ. “Muitos jovens não têm noção sobre a quantidade de detalhes que expõem sobre si mesmos na internet”, disse a secretária.

 

 

O sindicato de professores do estado reagiu ao anúncio com um misto de interesse e cautela, afirma o Der Spiegel Online. “O modo como se portar no mundo virtual e como usar as novas mídias já são tópicos em nossas escolas”, afirmou o representante local da entidade Michael Schulte. Ele disse que percebe diferenças culturais entre a geração dele e de seus estudantes com a chegada das novas mídias, por isso teme que professores possam não estar preparados para a nova iniciativa.Empresas como o Facebook e o Google têm sido alvo de muitas críticas na Alemanha, onde o governo se mostra preocupado em relação ao que as companhias fazem em relação aos dados de usuários. Entre os mais de 2 milhões de usuários do Facebook no país, a maior parte é formada por jovens, diz o Der Spiegel.Problemas referentes à privacidade são discutidos ao redor de todo o mundo à medida que as redes sociais ganham espaço na internet. Na Alemanha, no entanto, a questão ganha contornos diferentes, em parte por conta de aspectos culturais. “A Alemanha tem uma experiência histórica muito especial de invasão de privacidade, com a dupla ditadura, nazista e depois comunista”, declarou à AFP Falk Lüke, especialista de internet da associação de consumidores VBVZ.O Google, por exemplo, enfrenta dificuldades para lançar o serviço Street View no país, principalmente depois de admitir que armazenou dados privados de usuários de redes Wi-Fi durante o período de coleta de fotos panorâmicas das ruas da cidade.

Fonte: Exame.com / Abril.com 

UOL lança encurtador de URL

SÃO PAULO– O UOL apresentou o seu próprio encurtador de URLs, o  Ziplink.Os internautas que quiserem encurtar a URL de endereços da internet podem acessar o endereço http://link.zip.net e fazer a conversão.

 

O Ziplink não exige cadastro no UOL para ser utilizado. Por outro lado, não oferece serviços complementares, como URL customizada ou número de vezes que o link foi clicado.

 Fonte: INFO Online / Abril.com

 

 

 

98% acessam redes sociais de casa

SÃO PAULO – O Ibope Nielsen e Interactive Advertising Bureau Brasil divulgaram ontem uma pesquisa sobre o perfil dos usuários em redes sociais no país.

Segundo o relatório, 54% dos usuários acessam as redes sociais mais de uma vez por dia e, em sua maioria, fazem isso de casa (98%).A troca de mensagens entre amigos é o destaque no uso das redes (47%), seguida de informação (16%), e entretenimento (15%). A substituição do e-mail como objetivo central ainda é remoto e atinge somente 2% dos usuários.Segundo dados do NetView, 54% dos usuários das redes sociais são homens, enquanto as mulheres ocupam 46%.Em relação à faixa etária, a maioria dos usuários (28%) tem entre 25 e 34 anos, crianças até 11 anos (10%) e adultos com mais de 50 anos (12%).Celulares pré-pagos, apesar da pouca audiência, é utilizado por 6% dos usuários para utilizar as ferramentas, contra 10% no pós-pago.Apesar do contínuo uso das redes para grandes marcas, o uso para fins pessoais ainda é foco para 84% dos pesquisados, contra apenas 16% para uso profissional.

 Fonte: Abril.com

Busk transforma a pesquisa de notícias na web em artigo de colecionador

Helder Araujo (Webcitizen) e João Paulo Cavalcanti (Box 1824) acabam de lançar no melhor estilo startup uma rede social de notícias que reúne as funções de busca e mapeamento de conhecimentos.

Basicamente, a prerrogativa por trás do Busk consiste na indagação ‘E se você seguisse o que as pessoas estão lendo?’. A ferramenta é baseada em três pilares: buscar, colecionar e compartilhar conhecimento, proporcionando uma experiência inédita em cada uma delas.

A Busca – O Busk não procura por páginas e sim por notícias. Os resultados da pesquisa são gerados por ordem cronológica e a sua visualização se dá na íntegra e de maneira automática, incluindo textos, fotos, vídeos e infográficos. Além disso, há uma curadoria dos sites, blogs e mídias especializadas que integram o banco de dados da plataforma para evitar resultados distorcidos ou equivocados.

A Coleção – Se gostar dos resultados, o usuário pode ‘assinar o conteúdo’, ou seja, salvar o artigo de seu interesse e obter assim um “mapa de consumo de notícias”, de acordo com as palavras-chaves que utilizou para descrever as fontes consultadas. Este mapa pode ser público ou privado, como todas as ações dentro da plataforma. Porém, ao torná-lo público, o usuário permite que seus amigos ou visitantes tenham acesso ao mesmo conhecimento que ele acumulou e ainda descubram afinidades e interesses em comum.

A Troca – Ao seguir ou ser seguido no Busk, o usuário pode compartilhar as notícias que salva dentro da própria rede ou em outros canais, como e-mail, Twitter, Facebook e Orkut. Fazendo comparações e identificando características em comum, ele pode municiar livremente as buscas dos outros, bem como eleger seus experts em determinados assuntos.

Uma rede social de aprendizado. Essa é a característica predominante do Busk, que já possui 200 milhões de artigos em vinte idiomas. A cada dia são inseridas 150 mil novas notícias e a proposta é agregar uma nova funcionalidade a cada mês.

“Mais de 75% do nosso conhecimento não vem da sala de aula e sim do aprendizado informal. A Internet deixou isto evidente e vivemos neste momento em que a educação formal está em crise, ao mesmo tempo que o processo informal causa uma certa angústia nas pessoas. Certamente, o excesso de informação é um componente impactante nesse contexto, mas, por outro lado, também não há, ou pelo menos não havia, uma forma simples de busca, gestão e troca de conhecimentos. Foi pensando nisso que desenvolvemos o Busk”, conta Helder Araujo.

Segundo ele, o Brasil sempre foi um ‘early adopter’ — bastante receptivo a novas tecnologias — e conseguiu aumentar em massa o acesso a algumas novas ferramentas na web, como o Orkut e o Twitter, por exemplo. Com o Busk, ele acredita que finalmente produzimos de fato algo relevante nessa área para fora.

Fonte: Mídia Sociais

Mídia social para quê?

A McKinsey diz que 80% das empresas usam hoje alguma forma de rede social para contratar. Mas qual o verdadeiro valor dessas novas mídias?

A presença e a influência das mídias sociais vêm crescendo de maneira explosiva. São congressistas americanos “twitando” em plena Câmara dos representantes, CEOs “blogando” e gente exibindo fotos para os amigos em sites como o Facebook. Tudo indica que a explosão vai continuar, como mostram as estatísticas: 57% dos usuários ativos de internet participam atualmente de no mínimo uma rede social (em 2006, eram 27%). O número de pessoas no Facebook seria superior a 200 milhões. O que isso significa para os negócios?

De acordo com a McKinsey, 80% das empresas usam hoje alguma forma de rede social para contratação interna ou externa. Apesar disso, as empresas continuam a se perguntar: “Qual o verdadeiro valor dessas novas mídias sociais?”. No trabalho que realizamos para empresas líderes do mundo todo, são várias as respostas que ouvimos – desde melhorar a reputação da marca até a necessidade de reagir às crises e de envolver os acionistas.

No fundo, porém, os usos são, basicamente, uma forma de gestão de risco. Nesse sentido, a adoção de mídias sociais não difere da forma como tratam a questão da sustentabilidade, uma resposta reflexa, de certa forma, aos riscos perceptíveis.

Recentemente, porém, observamos que empresas de mentalidade mais ousada começaram a reconhecer o potencial da sustentabilidade para impulsionar a inovação no desenvolvimento do produto e na estratégia de negócios. Esperamos que muitas outras companhias passem a ver também a mídia social como recurso potencial para o envolvimento e a colaboração de terceiros.

Empresas como Philips e Nike têm sido bem- sucedidas na utilização das novas plataformas para colaboração.

Essa mudança exigirá que as empresas compreendam mais profundamente o potencial da mídia social e de que modo ela poderá servir de apoio às estratégias corporativas e online – uma mudança em que poucas foram bem-sucedidas até o momento.

A Philips é uma delas. Desde 2007, usa o Second Life, um ambiente virtual, como plataforma de compartilhamento e de desenvolvimento de novas ideias em conjunto com uma série de acionistas internacionais, além de designers e empreendedores. A empresa constatou que é possível conseguir mais retorno com esse contato online do que pelos canais tradicionais.

A Nike é outra empresa bem-sucedida em sua investida online. Em 2008, em sociedade com a Best Buy e o Creative Commons, a empresa desenvolveu o Green XChange, uma plataforma que permitirá a divulgação de patentes associadas a inovações sustentáveis. A Nike trabalhará com acionistas externos: empreendedores, professores, cientistas e até mesmo concorrentes.

Philips e Nike usam bem as mídias sociais para colaboração e inovação e entenderam que o valor está em participar de um diálogo que não lhes cabe controlar. Se bem conduzido, isso trará credibilidade às empresas, ao desfrutarem do conhecimento coletivo. Mas, se malconduzido, os riscos podem ser maiores do que nunca.

Fonte: Época Negocios

Mídias sociais custam bilhões à empresas

LONDRES -  Funcionários que passam o tempo no Facebook, no Twitter e em outras mídias sociais da Web custam bilhões às empresas britânicas, apontou uma nova pesquisa.

 

O site de empregos britânico MyJobGroup.co.uk afirmou ter entrevistado mil trabalhadores britânicos e descoberto que quase seis por cento (ou 2 milhões) da força de trabalho britânica de 34 milhões gasta mais de uma hora por dia em sites de mídia social no trabalho, chegando a mais de um oitavo de todo o seu dia de trabalho.

 

“Nossos resultados mostram claramente que os trabalhadores britânicos estão gastando cada vez mais tempo no trabalho nas redes de mídia social, o que, se ficar sem controle, poderá ter repercussões negativas para a produtividade de muitas empresas em todo o país”, disse o diretor-executivo do Myjobgroup.co.uk, Lee Fayer, em um comunicado com os resultados da pesquisa.

 

O MyJobGroup.co.uk afirmou que o tempo de trabalho perdido no Facebook, no Twitter e em outras redes de mídia social pode potencialmente estar custando à Grã-Bretanha cerca de 14 bilhões de libras (22,16 bilhões de dólares).

 

A pesquisa indicou que mais da metade dos trabalhadores britânicos (55 por cento) confessou acessar perfis de mídia social no trabalho. Muitos gastam tanto tempo com mensagens, fotos, vídeos e atualização de seus perfis que acabam afetando a produtividade das empresas.

 

Apesar dos efeitos negativos sobre a economia em meio a uma frágil retomada do crescimento, muitos trabalhadores entrevistados negavam os efeitos negativos da mídia social sobre a sua eficiência. Apenas 14 por cento dos pesquisados admitiram ser menos produtivos por causa das mídias sociais e 10 por cento alegaram que as mídias sociais os tornaram mais produtivos.

 

Além disso, ainda há ampla resistência ao banimento do acesso às redes sociais no trabalho. Mais de dois terços (68 por cento) defende alguma forma de acesso durante as horas de trabalho. Apenas um terço gostaria de ter os sites como Facebook, Twitter, Flickr e YouTube proibidos durante o horário de trabalho, o que demonstra a importância crescente da mídia social para a rotina diária e a grande resistência à limitação do acesso.

Fonte: Abril.com 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Facebook estuda criar moeda única para uso na rede social

Os executivos responsáveis pelo Facebook estudam a criação de criar uma moeda virtual que pode ser utilizada em todos os jogos e aplicativos da rede social. Chamado de Facebook Credits, ele substituiria o modelo atual, que permite que cada aplicação utilize o seu método de cobrança.

O fato de haver diferentes meios de cobrança nos games do Facebook faz com que os usuário não comprem itens em mais de um título. É o que afirma Deb Liu, responsável pela implementação do Facebook Credits. “Criamos o sistema pensando no usuário”, afirmou. “Inserir os mesmos dados dos cartões de crédito em cada jogo é penoso. O Facebook Credits irá facilitar a vida dessas pessoas”.

Os desenvolvedores de jogos não concordaram com a taxa de 30% que o Facebook receberá por cada transação. Entretanto, eles realizam testes com o sistema, que poderá ser implementado como um meio de cobrança secundário em seus aplicativos.

Atualmente, o Facebook mais de 10 mil games com 200 milhões de usuários que os jogam pelo menos uma vez no mês. O novo sistema de cobrança está em fase de testes em 100 destes títulos e tem previsão de lançamento para junho.

Fonte: Redesocial.net

Redes sociais para grupos específicos espalham-se pela internet

Que a rede mundial de computadores é diversa, ninguém duvida. Mas agora o cyberespaço começa a ser “loteado” por grupos com interesses específicos — por vezes, até curiosos. São as redes sociais de nicho, que reúnem pessoas em volta de assuntos tão variados quanto a doação de sangue, a divulgação de eventos científicos e a pregação da palavra de Deus. De tão democrática, a internet dá voz até para seres(1) que nunca chegarão perto de um teclado, pelo menos não para digitar: os animais de estimação.

No mundo da web, vale tudo para não ser esquecido. Motivação que levou a relações públicas Laila Sena, 27 anos, a criar com o amigo Lula Ribeiro a rede Veia Social (www.veiasocial.com.br), que agrupa doadores e receptores de sangue. “Eu tive câncer e, durante o tratamento, precisava muito de doações. Sofri na pele o problema. Resolvemos criar o site para centralizar pedidos, dar mais veracidade à mobilização na internet”, conta Laila. A Veia Social, que entrou no ar em março passado, também funciona como um informativo online sobre o funcionamento de hemocentros e procura desfazer mitos acerca da doação de sangue e de medula óssea. “Às vezes, recebemos perguntas simples pelo Twitter, como se é permitido comer antes de doar ou onde fica o local de coleta mais perto da casa da pessoa”, conta a relações públicas.

Com um propósito bastante diferente, a rede social Beautiful People (www.beautifulpeople.com) é, como o nome já diz, o espaço virtual exclusivo para pessoas bonitas. Criada em 2002, na Dinamarca, ela chegou ao Brasil em outubro do ano passado e já conta com 32 mil usuários e 220 mil “aplicações”. Sim, porque não basta se achar bonito, é preciso que os membros da rede o achem também. Ao cadastrar seu perfil na Beautiful People, ele fica disponível durante 48 horas para que os outros membros aceitem ou não. Homens votam em mulheres e vice-versa. “A rede é fruto de uma necessidade, é uma forma mais fácil de procurar pessoas com boa posição social e aparência física. Por conta dessa seletividade, ela oferece perspectivas de relacionamentos mais satisfatórios”, defende Christian Nyyssönen, diretor da Beautiful People no Brasil e na Itália.

A professora Raquel Recuero, da Universidade Católica de Pelotas, explica que o uso das redes sociais cresceu na medida em que as pessoas perceberam o potencial dessas ferramentas. “A questão do nicho é muito forte, especialmente se o criador do site acertar o interesse de um determinado grupo. Algumas pessoas constroem uma rede bem pública, para outras, o desejo é criar uma rede mais privada. Do mesmo modo, há espaços voltados para o conhecimento, em outros, o interesse é apenas social”, observa a pesquisadora.

Autora do livro Redes sociais na internet (Cubocc), Raquel acredita que, ao agrupar pessoas, a web se tornou um espaço de ação coletiva. Laila Sena concorda, mas lembra que a mobilização virtual nem sempre reflete-se no mundo real. “Infelizmente, quando partimos para encontros ‘offlines’ nos hemocentros, a adesão é baixa. É a chamada revolução do sofá: na internet, muita gente que se mobiliza facilmente, repassa a mensagem, ajuda na convocação, mas sair do sofá em um sábado e doar sangue é muito difícil”, lamenta.

Acadêmicos unidos
A febre das redes sociais conquistou até mesmo um público por vezes conservador, mas interessado em trocar informações. Desenvolvida por um cientista da computação capixaba, a Follow Science (www.followscience.com) reúne conteúdos de interesse de professores e pesquisadores. A rede tem espaço para divulgação de eventos, criação de grupos em áreas específicas do conhecimento, biblioteca de monografias, dissertações e teses, notícias e blog. “Durante o meu mestrado (na Universidade Federal de Pernambuco), eu percebi a ausência de uma ferramenta que funcionasse de forma colaborativa, exclusiva para o pessoal da pós-graduação. A gente ficava muito limitado a pesquisas no Google para descobrir o que estava acontecendo”, conta Cleyverson Costa, 25 anos, idealizador e administrador da rede, que tem 30 mil usuários cadastrados.

Outra iniciativa “nerd” é a rede Skoob (www.skoob.com.br), voltada para amantes de literatura. Funciona assim: ao criar o perfil, o usuário descreve que livros já leu, planeja ler ou quer emprestar/doar, como se fosse uma estante virtual. O sistema cruza informações e aponta amigos que têm afinidade literária. Também é possível fazer resenhas de obras e disponibilizá-las na rede. A Skoob entrou no ar em 30 de dezembro de 2008, com 300 usuários cadastrados, convidados pelo criador da ideia, o analista de internet Lindenberg Moreira, 33 anos. Três dias depois, a rede já tinha 2 mil perfis cadastrados. Hoje são cerca de 165 mil.

Lindenberg afirma que a proposta é ampliar os serviços da página, inclusive auxiliando os usuários no cumprimento de metas de leitura. Outra possibilidade é trabalhar com indicações de livros por amigos na rede. “Nós temos até professores que usam a Skoob com seus alunos. Eles pedem que os estudantes se cadastrem na página e postem resenhas de livros na rede. A correção é feita online”, diz Lindenberg. O site atualmente se sustenta com anúncios e parcerias com editoras.

Ainda mais específica é a rede Orcristo (www.orcristo.ning.com), voltada para evangélicos. Com o slogan O seu santo espaço na internet, o site tem regras bastante claras: na hora do cadastro, a pessoa precisa informar em que igreja congrega. Também deve respeitar normas como não postar conteúdos ofensivos e fotos sem camisa ou em trajes de banho. “É um ambiente familiar, não toleramos apelidos jocosos ou ataques pessoais”, avisa o criador da página, o escritor Lucas Pimentel, 41 anos. A rede tem cerca de 3,8 mil usuários, grupos organizados por igrejas, versículo do dia e fóruns com temas polêmicos, como aborto e pedofilia. Diverso como toda a internet.

Fonte: Redesocial.net

Brasil, o país que reina nas redes sociais

Divulgação/ Nielsen Online

Brasil, o país que reina nas redes sociais

 SÃO PAULO – O país do futebol pode também ser considerado a nação das redes sociais. É o que sugere o último relatório da Nielsen Online, que diz que 80% dos internautas brasileiros visitou redes de relacionamento e blogs ao longo de 2008.

Grande parte deste índice bem acima da média mundial se deve ao sucesso do orkut entre diversas faixas etárias do país. Nem mesmo o Facebook no exterior possui tamanha aceitação. Num mesmo mercado, o nacional, a rede de Orkut Büyükkökten consegue o acesso de 70% dos internautas pelo menos uma vez por mês.

Globalmente, o orkut não possui expressão, se comparado ao Facebook, de Mark Zuckerberg. Considerada a maior rede social do mundo desde o início deste ano, quando ultrapassou o MySpace em número de visitas mensais em território americano, Facebook é acessado por três em cada dez pessoas mensalmente – em nove países onde a Nielsen pesquisa o comportamento online.

Sites de relacionamento são os que mais crescem em número de visitações na web, segundo a Nielsen Online, tornando-se a quarta atividade mais popular na internet, ultrapassando até mesmo o serviço de e-mail. O crescimento de redes sociais e blogs chega a ser duas vezes maior que os dos três primeiros colocados: busca, portais e software para PCs.

Como se não bastasse a maior porcentagem de internautas navegando em redes sociais, o Brasil também é o país onde as pessoas gastam mais tempo em sites do gênero: 23% (ou quase um quarto) do tempo total são utilizados em orkut, blogs e semelhantes.

Apesar dos recordes, a participação no tempo de navegação caiu desde a última pesquisa da Nielsen. Em dezembro de 2007, o número chegava a 24,4% do total.

O país que mais teve aumento na penetração de sites de relacionamento da pesquisa do ano passado para a atual foi a Alemanha: salto foi de 39% para 51% dos internautas.

Mas a segunda colocação neste ranking fica com a Espanha, com 75% dos usuários acessando sites de relacionamento, seguida por Itália, com 73% dos internautas. A média global, diz a pesquisa, é de 67% – mesmo índice dos Estados Unidos. Ano passado, nos mesmos países em que a Nielsen faz avaliações, o número mundial era de 61%.

O crescimento se deve a enorme participação da faixa etária de 34 a 49 anos de idade, a que mais ascende em sites do gênero: mais 11,3 milhões de internautas do grupo estão acessando redes sociais e blogs pelo mundo.

Fonte: Info Online/ Abril.com

Novo Site ZIPEVENTOS

A Zipeventos escolheu a Innovactiò para o re-design do site da empresa, além do gerenciamento de sua estratégia on-line.

Conheça o novo site da zip através do link: www.zipeventos.com.br